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Campanha “Pule, brinque e cuide” reforça proteção de crianças no Carnaval 2026

O Ministérios dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) lançou a campanha “Pule, brinque e cuide” para o Carnaval 2026. Realizada anualmente, a campanha reforça a responsabilidade coletiva e a prevenção no enfrentamento às violações de direitos, especialmente o abuso e a exploração sexual, o trabalho infantil e outras situações de vulnerabilidade que tendem a se intensificar em grandes eventos populares.

Segundo a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do MDHC, Pilar Lacerda, “o Carnaval é uma das maiores expressões culturais do nosso país e precisa ser, acima de tudo, um espaço seguro para meninas e meninos”.

Ela destacou ainda que “a campanha busca mobilizar foliões, famílias, trabalhadores informais, comerciantes, organizadores de eventos e gestores públicos para a corresponsabilidade na garantia de um ambiente seguro e respeitoso aos direitos humanos”.

Para este Carnaval, a campanha será ampliada com o uso de inovações tecnológicas, fortalecendo ainda mais a rede de proteção das infâncias e adolescências. A iniciativa conta ainda com o reforço do Disque 100, canal nacional e gratuito para denúncias de violações de direitos humanos, disponível 24 horas por dia. O serviço pode ser acessado pelo WhatsApp (61) 99611-0100, pelo Telegram (@Direitoshumanosbrasil) e também por chat, inclusive com atendimento em Libras, no site www.gov.br/mdh/pt-br/ondh, garantindo acessibilidade, agilidade e acolhimento durante todo o período carnavalesco.

A ação é realizada pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA) e conta com o apoio da Comissão Intersetorial de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (CIEVSCA), do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), em articulação com organizações da sociedade civil e órgãos parceiros, entre eles o Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Mato Grosso (Cetrap-MT), do qual a AASPSI Brasil faz parte, representada pela diretora consultiva Arlete Benedita de Oliveira. A Associação compõe o comitê desde 2021, acompanhando as discussões nacionais sobre o tráfico de pessoas, exploração sexual infantil e outros temas afins.

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDHC

Sobre o(a) autor(a) Ana Carolina Rios

Jornalista pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), bacharel e licenciada em letras pela Universidade de São Paulo (USP). Assessora de Comunicação da AASPSI Brasil desde 2012.